Londres

06/09 - 08/09        ( Mei e Fernando )

06/10 - 10/10        ( Fabiao )

06/10 - sabe Deus ( Sandra )

 

Londres está moderna. Nem parece mais tão cinzenta. Não é mais aquela cidade sempre igual desde os tempos da Rainha Mãe (que na verdade já é avó). Um passeio pelo South Bank do Tâmisa já nos permite ver algumas das mudanças: London-Eye, A ponte do milênio (que não está pronta), Vinopolis, Imax, London Aquarium. Mas a velha e tradicional Londres continua linda. Picadilly Circus, o Parlamento e o Big Ben, Trafalgar Square, o Metro (the tube) e “The Phantom of the Opera”, continuam cantando e encantando.

Um “plus a mais” como diriam nossos amigos da CM: eles falam inglês! Fluentemente! Incrível! Isto facilita muito a vida dos tupiniquins que em geral sofrem em terras de línguas exóticas como francês, holandês e português.

 

Para saber mais: http://www.london.co.uk

 

 

Curiosidades:

 

Ingressos para o Fantasma da Ópera precisam ser comprados com antecedência.Pode ser pela Internet, é prático e simples. Mas aconteça o que acontecer não compre no Balcony (não dá para ver muito bem – né Fabião?). Ingressos no Upper Circle são razoavelmente baratos e pode-se assistir a peça sem problemas. Assista e entenda porque “The phantom of the Opera is there, inside your mind”. Para reservar ingressos: http://www.londontown.co.uk

 

O British Museum continua com entranda franca e merece uma visita demorada. Lá encontram-se boa parte dos monumentos arquitetônicos da Grêcia (particularmente do Parthenon), bem como a pedra de Rosetta, esculturas egípcias, etruscas e romanas. O museu está com um novo “duomo” de vidro  instalado recentemente.

 

Vale lembrar que Londres é cinzenta, nublada quando não chuvosa, portanto quando o sol sair, aproveite e corra para o London-Eye. Os “vôos” (como chamam os britânicos, já que o Eye é da British Airways) duram 30 minutos e a fila tende a ser grande depois das 11:00 AM. Sem sol também é bonito, mas com sol é maravilhoso. Dica de foto para cartão postal: Espere o Eye começar a descer para tirar fotos do Parlamento e do Big Ben. Para reservas seu bilhete de vôo: http://www.londoneye.com

 

 

Vinopolis demonstra o talento dos ingleses em ganhar dinheiro com aquilo que eles não sabem fazer: vinho. Já que eles não conseguem produzir vinhos de boa qualidade, resolveram ganhar em cima do vinho dos outros. Vinopolis é um show. Reune a história e a técnica por trás da fabricação de todos os grandes vinhos do mundo. Com degustação quase obrigatória (você paga por isto ao comprar o ingresso, querendo ou não) do vinho que você quiser. E não se preocupe se seus “vales-vinho” acabarem, você pode comprar mais lá dentro. Ingressos a 11,75 libras e na saída, claro, uma lojinha com vinhos do mundo todo a preços exorbitantes. Uma aula de enologia e de business. Para saber mais: http://www.vinopolis.co.uk

 

Se alguém encontrar uma camiseta “Mind the Gap” grande (G ou GG) por até 10 libras, pode comprar que eu reembolso.

 

Se voce ficar sem troco exato para comprar o seu bilhete de metro nas bilheterias automaticas, é só passar uma conversa no guarda que ele te deixa andar de graça no Tube.

 

Não vá ao Dungeon de Londres.

 

 

Item

Libras

Bilhetes para um dia One day travelcard (Zonas 1 e 2)

4.00

Bilhetes para um dia One day travelcard (Zonas 1 a 6)

4.90

The Phantom of the Opera (Upper Circle), sem taxa de reserva (cerca de L 3.00)

19.00

Vinopolis

11.75

London Eye

9.00

1 dólar

0,70

 

 

 

 

Paris

07/09 – 08/09 (Mei e Fernando)

09/09 – 10/09 (Todos)

02/10 – 03/10 (Todos)

02/10 – 06/10 (Sandra e Fabião)

Paris é Paris. Dá que explicar mais? Só estando lá para entender o que aquela cidade tem. Tirando os parisienses que, como de costume, continuam a receber mal os turistas e a insistir em falar francês com pessoas que falam inglês. Ainda bem que tínhamos a Mei conosco, nossa “french speaker” de plantão.

12 km de caminhada turística ao longo do rio Sena e pela Champs Elisee, mais a subida (de elevador) na torre Eiffel. E o McIleizch aguentou bem a jornada, sem reclamações e sem torturar muito a “mamãe” Mei.

Só para citar, Moulin Rouge, Montmarte, Pantheon francês, Notre Dame, Pont Neuf,  Museu de Armas, Arco do Triunfo, Jardim de Tulieres, Palácio Real e Museu do Louvre, Jardim de Luxemburgo. Pernas e pés doendo. Ponto de partida de nossa jornada juntos e local do último jantar entre nós quatro. Na ida, ansiedade. Na volta, saudade.

Para saber mais: http://www.france.com

 

Curiosidades

No aeroporto, um conjunto de escadas rolantes aéreas dentro de túneis de vidro. Bonito e inútil.

 

Primeiro (de muitos) fora do Fabião. No Metro, jogou o bilhete fora e acabou ficando preso nas catracas durante a conexão entre duas linhas. A Sandra, sendo amiga, amiga mesmo, não ajudou e o coitado teve que depender da boa fé de estranhos para conseguir “pular a catraca”.

 

Impressionante como o tratamento da Citröen melhorou depois que eles entenderam que nós não queríamos alugar um carro e sim que havíamos comprado um. Até inglês eles falaram!

 

Postos de gasolina mesmo não têm. O importante é improvisar com aquelas bombas de gasolina instaladas nas calçadas onde os mais desavisados devem estacionar, trancar o carro e ir embora.

 

Moulin Rouge. Prá quem não conhece, vá até a rua Aurora à noite. Igualzinho.

 

Passar ao menos um dia no Museu do Louvre é sagrado. As três alas, Richelieu, Sully e Denon, são infindáveis e por elas mesmas, verdadeiras obras de arte. Ver a Monalisa (Gioconda) de Leonardo da Vinci já não é mais o sufoco que era antigamente. Colocaram um vidro na frente da tela e liberaram geral para fotos. A Vênus de Milo também está lá, sem os braços mas sem dúvida perfeita.

 

Cuidado com a “lojinha” do Louvre. Apesar de conter réplicas extraordinárias e livros excelentes, tem preços proibitivos para a maioria dos itens. Se quiser comprar algo lá (vale a pena), tenha paciência e procure bastante. Sugestão: réplicas de esculturas de Renoir em metal (custam quase o mesmo que as feitas em resina e são perfeitas – só não são baratas).

 

Paris é maravilhosa, já o povo parisiense.. mesmo utilizando-se de muitos bonjours e bonsoirs a má vontade do pessoal é geral ( bando de François ...).  Em visita a Catedral de Notre Dame quase saimos no braço com uma francesinha super simpatica que se recusava a explicar porque não podiamos continuar subindo na torre da catedral. Vá e suba na torre, vale a pena!

 

Não deixe de ir nas Catacumbas de Paris, são varias galerias sob a cidade nas quais estão os restos mortais de mas de 6 milhoes de pessoas. Num dado momento da história vários cemitérios foram desativados por problemas de espaço na cidade de paris e todos os ossos provenientes dos mesmos foram arranjados nestas catacumbas  de forma impressionante. Interminaveis paredes feitas com femures humanos e adornadas com cranios dispostos em formatos diversos. Arrepiante.

 

O início e o final da saga automobilística. Pegamos o carro no dia 10 de setembro. Mei começou a jornada até Amsterdam, passando por Antuérpia.

 

Finalmente entregamos devolvemos o carro no dia 2 de outubro e por incrível que pareça, sem nenhum arranhão.

 

 

 

 

Item

Francos

Litro de gasolina

 

Torre Eiffel

 

Museu do Louvre

33,00

Banheiros

2,00

 

 

1 dólar

7,15

 

Antuérpia

10/09 -10/09

 

A caminho de Amsterdam resolvemos parar nesta belíssima localidade ( estávamos perdidos mesmo ). A cidade é muito bonita, mesmo passando 3 vezes pelos mesmos lugares antes de achar o caminho certo! No fim, tudo deu certo e tiramos várias fotos que são apenas uma.

 

Curiosidades:

 

 

Item

Francos Belga

Litro de gasolina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1 dólar

44,01

 

 

Amsterdam

10/09 - 12/09

Distância Paris -> Amsterdam:  600 km.  Mei fez 370 e Fabião os 230 restantes.

 

Nota-se logo de cara que se trata de uma cidade de bebados e drogados, os predios são todos construidos tortos, as pessoas andam de carro pelas calçadas, mulheres seminuas ficam acenando pra voce das janelas das casinhas tortas e os albergues ficam escondidos em becos que não constam no mapa!

Tirando tudo isso, é um dos lugares mas bonitos pelos quais passamos!!! Por ser abaixo do nivel do mar ( tem louco pra tudo ) voce já fica naturalmente se sentindo drogado, pela alta pressão atmosferica, as casinhas são tortas e escoradas umas nas outras pois como o solo é arenoso ( fundo do mar ) as fundações literalmente afundam.

Voce gosta de bicicleta? É porque voce nunca foi pra amsterdam, tem ciclovias por toda a cidade com direito a semaforos e estacionamentos exclusivos para as bikes, muito legal... pra quem esta de bike, motorista e pedestre ( ou seja, nós ) sofre um pouco, mas nada que a beleza da cidade não compense.

Poucos pintores realmente bons no local. Em geral, apenas obras de desconhecidos com Rembrandt, Van Gogh, Rubens, etc.

 

Curiosidades:

Estavamos passeando pela cidade quando entramos em um mercadinho para comprar comida, quando assitimos ao vivo e em cores pela CNN a turma do Bin Laden (?!)  jogando os aeroplanos contra as famosas torres gemeas, ficamos extremamente chocados por varios segundos e tomamos uma decisão sabia: Voltamos correndo para o boteco do albergue e nos solidarizamos com nossos irmãos americanos: "---Ô companheiro, one more beer, please!!! ".

 

Vale a pena comprar as réplicas dos quadros na lojinha do museu de Van Gogh, são muito mais baratos que aqui em Sampa. O museu de Rembrandt, localizado a cerca de 200 metros do Museu Van Gogh, além de um acervo fantástico também tem réplicas a preços módicos.

 

Fabião sempre sendo atacado pelas loiras. Caminhávamos tranquilamente pelas calçadas de Amsterdam, quando passam duas loirinhas de bike, uma das quais sem buzina. Ao perceber que o Fabião não sairia da frente, a garota não teve dúvidas: gongou o Fabião. Fez o barulho de buzina com a boca e quase se atirou em cima dele.

 

 

 

 

 

 

Item

Florins

Litro de gasolina

 

Museu Van Gogh

15.50

 

 

 

 

 

 

1 dólar

2,40

 

           

 

Colônia (Köln)

12/09 - 13/09

Distância Amsterda -> Colônia: 315 km, pilotados pela Sandra

 

Visitamos a famosa catedral de Colonia, o Domo (Der kölner Dom), cuja construção iniciou-se em 1248, foi interrompida em 1560 e novamente retomada em 1842, terminando a obra em 1880 (632 anos). Localizada às margens do Reno, foi construída em homenagem aos 3 reis magos e abriga as relíquias do mesmo em suas dependências. Em estilo gótico, com duas torres de 157 metros de altura.Uma das poucas construções que resistiram aos bombardeios da segunda grande guerra.

Também conhecemos a vila romana, cerca de 100 metros de ruínas subterrâneas com cerca de 1700 anos que pode ser parcialmente vista a partir da pirâmide de vidro da praça localizada entre 2 museus (Römisch-Germanisches Museum e Diocisan Museum).

A noite, uma voltinha sem Sandra e Fabião, para jantarmos, visitarmos a igreja romana (die Romanischen kirchen) (construída entre 1407 e 1414) também em estilo gótico, o Reno e novamente o Domo.

Excelente hotel. Caro, mas excelente.

Para saber mais: http://www.koln.de

 

Curiosidades:

O Fabião ficou dormindo no hotel e não foi jantar conosco. No outro dia, pura revolta da pobre criança. Lição: “Não confie em ninguém!”

 

 

 

Item

Marcos

Litro de gasolina

 

Banheiros

0,50

 

 

 

 

 

 

1 dólar

2,13

 

 

 

Berlim

13/09 - 15/09

Distância Colônia -> Berlim: 615 km, totalmente pilotados pelo Fernando

 

Berlim é monumental, tudo na cidade é grandioso, as strabes (ruas), as platz (praças) e a hauptbanhof (estação central de trens), também foi grandiosa a decepção de não ver o Portal de Brandemburgo, que estava em obras de manutenção, alias um verdadeiro esporte nacional na Alemanha. Peregrinamos por várias horas pela belíssima cidade em busca do famoso Muro de Berlim, mas o mesmo ja se encontrava destruído por pessoas inescrupulosas como o Fernando que o depredaram visando lucro facil. “Muro de Berlim, muro de Berlim. Na minha mão é mais barato!”

Para saber mais: http://www.berlin.de/home/TouristCenter/TouristInformation/english/index.html

 

Curiosidades:

Visitamos o “Check Point Charlie” que era o principal posto de entrada e saída entre as duas Alemanhas durante o pós-guerra e até a queda do Muro. (der Mauer) em 1989. Detalhe curioso, são as placas em memória daqueles que tentaram e não consigaram transpor o Muro.

 

Ficamos em um albergue independente que na verdade é um apartamento mobiliado com cozinho (forno, microondas e geladeira), sala de estar e dormitório surpreendentemente maravilhoso (e barato). Não era perfeito, pois não tinha elevador na ala onde onde ficaram Mei e Fernando. Na ala onde ficaram Sandra e Fabião, um elevador panorâmico novinho (para 2 pessoas, no máximo). O ABC Hostel fica na Rheinsberger Strabe, 78 (e-mail: abc.hotel@t-online.de) localiza-se na antiga Berlin Oriental, bem próximo de onde passava o muro. A gerente “Maria” é super atenciosa, fala inglês bastante bem e também espanhol. Graças a implicância do Fabião (“o Brasil é o único país da América Latina onde se fala português”), ela aprendeu em 2 dias a dizer “obrigada” e “boa-viagem”.

 

Vale a pena subir no Siegessäute (Victory column) – Goldesse (golden Elsie), ou seja um obeliscão que fica bem no meio de Berlim (vide Asas do Desejo cena inicial), a escada pra subir é enorme mas compensa o esforço com uma bela vista de Berlim. Destaque para as marcas da II guerra  presentes em todo o obelisco, marcas de disparos de metralhadoras  e canhões.

 

Como Berlim é uma cidade imensa, a caminhada excedeu os 12 km diários, mas os cinco aventureiros suportaram bem a jornada, inclusive o Fabião e o McIleizch.

 

Brandenburg Gate (1788-1791) Victory & Quadriga added in 1794

Berliner Dom (Berlim Cathedral)

Reichstag´s Dome

Siegessäute (Victory column) – Goldesse (golden Elsie)

 

 

Item

Marcos

Litro de gasolina

 

Banheiros

0,50

 

 

 

 

 

 

1 dólar

2,13

 

 

 

Praga

15/09 - 16/09

Distância Berlim -> Praga: 350 km, pilotados por Fabião

 

Uma cidade “congelada no tempo”. Caminhar pelas ruas de Praga (e também de Budapeste, na Hungria) é como andar dentro de um daqueles filmes da segunda guerra mundial. Em cada esquina é possível tirar fotos dignas de cartões postais.

 

Curiosidades:

Merece destaque o sujeito da Karluv most (ponte) que toca verdadeiras sinfonias utilizando apenas os dedos e copos de cristal com água.

 

Jantamos em grande estilo apreciando as delicias da cozinha local. Destaque para as replicas de espadas à venda nas lojinhas tipicas.

 

Para trafegar de carro pelo país você precisa comprar um selo pedágio (Vignet) que deve ser afixado no vidro do carro. Mas existem posições especiais para se afixar o vignet para cada país. Cada louco com sua mania.

 

 

Item

Coroas Tchecas

Litro de gasolina

 

Vignet

100,00

 

 

 

 

 

 

1 dólar

37,12

 

 

 

Munique

16/09 - 18/09

Distância Praga -> Munique: 408 km, pilotados por Fabião

 

Munique foi a maior decepção. Apesar de ser bonitinha, ter monumentos legais, ser bem conservada (como toda cidade alemã), é uma cidade normal quando não se está na temporada do Oktoberfest.

Vantagem: os pratos são bastante fartos! Dá para repartir (até o Fabião se empanturrou com um prato só!)

 

Curiosidades:

Para aqueles que curtem carro, vale uma passada no Museu da BMW.

 

Em Munique, quando o carro completou os 2288 km, tivemos que passar na oficina autorizada da Citroen para fazer a revisao gratuita obrigatória (entre 1500 e 2500 km). Foi um sufoco agendar esta revisão, mas o dono da oficina, gente muito boa aliás, se sensibilizou com a nossa situação de urgência e deu um jeitinho nos “encaixando” (coisa rara na Alemanha) na agenda deles. O cara levou até uma bronca do subordinado por ter feito este encaixe!

Ah! O número de telefone que consta no manual da Citroen referente a Central Citroen da Alemanha está errado. Ligamos lá, e o velhinho que nos atendeu só falava alemão e ameaçou chamar a polícia!

 

Na oficina Fabião encontrou um catálogo de customização de automóveis. Aquilo sim é equipar um carro, desde coisas sofisticadas até a personalização dos parafusos que vão nas rodas do veículo.

 

Se voce for a Munique, não deixe de provar um belo prato de Dumplings!! E aproveite pra tomar bastante cerveja que lá é barato.

 

 

Item

Marcos

Litro de gasolina

 

Banheiros

0,50

 

 

 

 

 

 

1 dólar

2,13

 

 

Insbruck

17/09 - 17/09

Distância Munique -> Innsbruck: 189 km, pilotados na ida e na volta pela Sandra (total 378 km)

 

Nas palavras do Fabião: “Bonitinha que dói”. Innsbruck, encrustrada nos Alpes é simplesmente um “luxo”. Pequena, linda de morrer e cercada de castelinhos nas montanhas.

 

Curiosidades

Na Austria também é obrigatório o uso do Vignet para se trafegar pelas estradas.

 

Mesmo no verão, dá para se ver as geleiras eternas nas montanha ao longo da estrada.

 

No caminho paramos em um castelo e fomos de trenzinho até o alto do morro, mas no castelo mesmo não deu pra entrar porque a entrada estava meio superfaturada, muitas fotos depois  fizemos uma caminhada na floresta descendo o morro do castelo.

 

 

Item

Schillings

Litro de gasolina

 

Vignet

100,00

 

 

 

 

 

 

1 dólar

15,01

 

 

Viena

18/09 - 19/09

Distância Munique -> Viena: 464 km, pilotados pela Mei (e seu fiel e inseparável companheiro McIleizch)

 

Cidade grandiosa, monumentos idem. Abrigou os famosos compositores europeus. É um sufoco estacionar em Viena (pior que São Paulo) e os estacionamentos são caríssimos! Pelo menos na Áustria, os banheiros públicos não são pagos (apesar de extremamente bem cuidados).

 

Curiosidades:

O Palácio da Eterna Sissi possui um jardim fantástico, “bonitinho que dói”

 

Na noite de 18/09 (a tarde no Brasil), foi o dia em que entramos em Conference no Messenger e a galera (na CM)  pode nos ver (via WebCam). Estávamos no pub do hostel tomando uma cervejinha por conta da casa e gastando nossos Schillings na Internet!

 

No centro histórico tem uma escavação arqueológica onde aparecem várias “eras” da história européia. Interessantíssimo!

 

 

 

Item

Schillings

Litro de gasolina

 

Museu (Palácio da Sissi)

105,00

 

 

 

 

 

 

1 dólar

15,01

 

 

Budapest

19/09 - 20/09

Distância Viena -> Budapeste: 274 km, pilotados pelo Fernando

 

Terra oficial do clã Mclleizch. Budapeste, assim como Praga é uma cidade “congelada no tempo”. Linda, cortada pelo Danúbio entre Buda e Pest, a cidade apesar de gigante é o cenário perfeito para filmes das décadas de 20, 30 e 40. Mais do que isto, ao caminhar pelas ruas da cidade velha (principalmente Buda) pode-se as marcas de bombardeios e rajadas de metralhadoras nas paredes das casas e nos monumentos.

 

Curiosidades

O uso do Vignet (selo que vai colado no vidro do carro) é obrigatório na Hungria. Mas os hungaros inovaram em sofisticação: juntamente com o Vignet você recebe um cartão magnético que deve ser passado nas cabines de pedágio.

 

Fernando e Fabião tentaram, em vão, “cavocar” os buracos das paredes metralhadas para retirar as balas encrustadas. E não eram poucas!

 

Parte do Centro Histórico estava fechada “por motivos técnicos”, pois estava servindo de locação para filmagens de uma nova estréia (que não sabemos quando vai ser!) do Eddie Murphy. Interessante ver a parafernália e o tamanho da gigantesca equipe que é necessária para se realizar um pedacinho de um filme (que não parece ser lá essas coisas). E difícil foi tirar o Fabião de lá, que queria a qualquer custo (inclusive disfarçar-se de segurança “no-brain”) conseguir um autógrafo do Eddie Murphy.

 

 

 

Item

Forints

Litro de gasolina

 

Vignet

1500,00

Banheiros

50,00

 

 

 

 

1 dólar

278,71

 

 

Salzburg

20/09 - 22/09

Distância Budapeste -> Salzburg: 566km, Fernando fez 250 km e Fabiãoos 216km restantes

 

Outra cidadezinha bonitinha que dói. Terra natal de Wolfang Amadeus Mozart

 

Curiosidades:

 

Quando chegamos no hotel pelo qual reservamos, percebemos que “o que é caro nem sempre é bom, mas o que é barato é sempre uma porcaria...”. A gerente do hotel havia nos dito que o quarto possuía um “cubicule shower”. Para a nossa surpresa: era um box minúsculo totalmente transparente que ficava no quarto. Acho que passou pela cabeça de todos: “e se pendurássemos uma toalha para cobrir o show no chuveiro?” É... tivemos que ir para um outro hotel...que custava o dobro do preço, mas valeu a pena! Neste hotel nos foi cedido uma “licença” para estacionarmos o carro na calçada em frente ao hotel, sem ter que pagar a “zona azul”

 

O centro histórico fica no alto do morro, e vale a pena ir de “Tram” (funicular) para lá.

 

Compramos o chocolate Mozart para experimentar: “gostosinho”, mas não fantástico

 

Fomos até a casa do Mozart!! Mas ele não estava.

 

A noite voltamos ao centro histórico, onde uma feira de comes e bebes parece se aquecer com a moçada local e turistas. O forte da feirinha é o chopp, uma boa pedida para o verão de 15 oC.

 

 

 

Item

Schillings

Litro de gasolina

 

Funicular

87,00

Galeria

65,00

 

 

 

 

1 dólar

15,01

 

 

Florença

22/09 - 26/09

Distância Salzburg -> Firenze: 696 km. Mei fez 200km, Sandra fez mais 200km e Fabião 296km

 

Ahhh, Florença! Não interessa como chamam a cidade: Firenze, Florence, Florença. A cidade é um espetáculo. Dominada pelos Médici´s durante quatrocentos anos, floreceu graças ao forte investimento em arte, arquitetura e cultura. Abriga 30% dos tesouros artísticos da humanidade e é um “museu a céu aberto” (museo a cielo aperto). Para se ter uma idéia da concentração de gênios, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael, Fra Angelico, Dante, Petrarca, Maquiavel, Bocaccio, Galileu, Ticiano, Boticell e Bunelleschi viveram e ajudaram a construir a cidade e suas obras, muitas das quais podem ser vistas na Galeria Uffizi, no Palácio Vecchio ou na Galeria da Academia, entre outros lugares. Aliás, listar lugares para se visitar em Florença seria redundante. Em cada rua, cada viela, cada esquina, cada ponte, uma obra de arte. Se existe um lugar onde vale a pena se perder, este lugar é Florença.

Para saber mais: http://www.firenze.net

 

Curiosidades

O filme “Hannibal” (continução de “O Silêncio dos Inocentes”) com Anthony Hopkins, passa-se em Florença, com locações no Palácio Vecchio, Piazza della Signoria, Piazza della Republica, Ponte Vecchio, Piazza Santa Maria Novella e Palácio Strozzi.

 

O filme “Uma janela para o amor” com Helena Boham Carter também se passa em Florença e vale a pena para os mais apaixonados.

 

A fila de espera para entrar na Galeria Uffizi é de cerca de 120 minutos (ou mais). Vale a pena comprar os ingressos pela Internet e entrar direto, sem fila e ainda tirar um sarro dos coitados que estão lá. Além disso, a Galeria vale a pena. Lá você pode ver obras como a Anunciação de Leonardo da Vinci (onde é possível perceber o uso de pontos de fuga para uma perfeita noção de perspectiva), o Tondo Doni de Michelangelo e o Nascimento de Vênus de Botticelli.

 

O “Corredor Vasariano” é uma obra de arte por si só. Criado em 1565 (em 5 meses) por Giorgio Vasari (uma espécie de ancestral do Kato) por encomenda de Cosimo I, o corredor liga o Palácio Vecchio, a Galeria Uffizi (na época escritórios judiciais e administrativos), a Ponte Vecchio, o Palácio Pitti (moradia dos Médici´s) e, consequentemente, o Giadino di Bòboli. Detalhe: o corredor não é subterrâneo e sim aéreo, inclusive na parte sobre a ponte do rio Arno. A obra foi criada para permitir que a família Médici pudesse se locomover através de seus domínios sem ter que por o pé na rua, diminuindo assim as chances de um atentado. E eles sabiam viver. Para compensar o claustro, trouxeram para dentro de casa, obras do mundo todo, além daquelas que eles pagaram aos peso-pesados do Renascimento para fazerem exclusivamente para eles.

 

O “Davi de Michelangelo” que se localiza na Piazza della Signoria (em frente ao Palácio Vecchio) é uma réplica. O original foi retirado de lá em 1873, após sofrer 369 anos de chuva, enchentes e o tempo, e transferido para a Galeria da Academia. 5 metros de altura, mãos e pés desproporcionalmente perfeitos, é o emblema de Florença.

 

De quebra, Florença tem o melhor sorvete (gelato) do mundo. Além do sabor, o sorvete consegue ser bonito. Caro, no mesmo padrão do SottoZero, Stupendo e Fredíssimo, mas uma delícia. Sugestão: experimente o frozen yogurt da Baby Yogurt que tem na Via de Calzaiuoli (próximo da Piazza della Repubblica) – sensacional. Nós experimentamos o sabor “mixed berries”.

 

 

 

 

Item

Liras

Litro de gasolina

 

Palazzo Vecchio

11000,00

Galeria Uffizi

12000,00

Manual da Galeria Uffizi

16.000/8.26E

Giardino di Bòboli

4000/2.07E

Banheiros

1000

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1 dólar

2112

 

 

 

 

Roma

25/09 - 25/09

Distância Firenze -> Roma: 302 km, pilotados por Fernando (ida e volta, totalizando 604 km)

 

Roma é estupenda. Gigantesca, imponente e rica. O Vaticano, provavelmente o país mais rico do mundo, fatura alto às custas dos turistas, mas a vida é assim, né? Deus, Deus mesmo, bom, deixa prá lá.

O Coliseu, o Fórum Romano, a Fontana de Trevi, a Piazza de Spagna, são só alguns dos pontos turísticos. Roma é incrível por si só. Andar pelas ruas da cidade é contagiante e dá para sentir a grandiosidade do lugar.

 

Curiosidades:

Fabião se pegando com o centurião romano. Vale ingresso.

 

O museu do Vaticano é um show a parte, o acervo é impressionante e o museu gigantesco e o passeio acaba na capela Cistina onde voce podera ver o show de luzes dos flashes ao som dos berros dos segurancas tentando em vão proibir os turistas legais de destruir o patrimonio da humanidade.

 

É incrivel, o pessoal não pode ver uma fonte, alias eu acho que é um alto negocio e vou investir nisso, é so fazer um buraco no chão que jorre agua para o pesoal começar a jogar moeda.

 

Ao trafegar pelas ruas da Italia, tenha sempre em mente que os italianos desconhecem os principios básicos da “direção defensiva” partindo mais para a “direção ofensiva”.

 

Os “parquímetros” só funcionam com cartão de banco local. Então o Fabião e o Fernando foram até um tal de “Café Brasilia” e compraram (em exímio italiano e espanhol) 7 cartelas de zona azul de uma hora cada!

 

O frentista do posto de gasolina querendo dar um aplique nos “brazilianis”. É, não colou e depois de a Mei quase socar o fulano, foi só o Fabião descer do carro que o rapaz aprendeu a fazer contas e troco rapidamente.

 

O caminho de volta para Florença. Noite, estrada com duas vias apenas (mas mão única), chovendo e cheia de caminhões. Nós a 140, 150 km/h desafiando o tempo e o espaço. Gente: choveu, mas choveu muito!

 

 

Item

Liras

Litro de gasolina

 

Banheiros

1000

Museu do Vaticano

18000

 

 

 

 

1 dólar

2112

 

 

 

Pisa - Genova - Vintemille

26/09 - 26/09

Distância Firenze -> Pisa: 80 km , Fabião

 

Pisa é aquilo lá, tem uma torre torta e três museus em volta. Tem também uma muralha, que cercava e protegia a cidade velha. Da torre só resta esperar cair. Apesar do intenso trabalho dos últimos anos, ela continua inclinando e vai cair logo, logo. Mas não pensem que isto vai acabar com o turismo local, pois eles já prepararm o terreno onde a torre cairá e com certeza vão continuar faturando em cima dos turistas que com certeza irão lá ver os destroços.

Menção honrosa para Gênova, a maior cidade que nós não vimos, graças a total ausência de placas para a Riviera Francesa. Ao invés disto, placas aos montes para uma cidade chamada Vintemille (que não existe em nenhum mapa, exceto no mapa do infeliz que colocou as placas – e que deve ter nascido lá).

 

 

 

Item

Liras

Litro de gasolina

 

Banheiros

500

 

 

 

 

 

 

1 dólar

2112

 

 

 

Nice

26/09 - 29/09

Distância Pisa -> Nice: 394 km, Fabião (coitado!)

 

Cidade Litorânea, menos charmosa que Monte Carlos, Cannes ou Saint Tropez, mas com certeza mais barata! As prais são maiores, mas não tem areia, só pedras e a água gelada!

 

Curiosidades:

 

Tomávamos café sempre na mesma padaria (onde tem um microondas para aquecer os “bruschettas” gigantes), ao lado do hotel. Pessoal atencioso, mas não falam inglês!

 

A noite, na sorveteria a garçonete implicou com a Mei, pois ela não ouviu a Mei falar “bonsoir”.  Dica: se você não quer ter uma garçonete opinando nos sabores de sorvete que você escolher, faça com que os franceses ouçam bem seu “bonsoir” ou “bonjour”.

 

Item

Francos

Litro de gasolina

 

Banheiros

2,00

 

 

 

 

 

 

1 dólar

7,15

 

 

Monte Carlo

27/09 -27/09

Distância Nice -> Monte Carlo: 15 km aproximadamente (fomos de trem!)

 

A cidade é um luxo: Iates, clubes, condomínios super luxuosos, carros importados (caros!) rodando pela cidade!

 

Curiosidades:

 

A cidade é um morro só: entao podemos ver elevadores públicos instalados em vários pontos da cidade (senão os “velhinhos geriátricos” teriam um treco!)

 

O que mais vale a pena no Jardin Exotique é  a bela vista lá do topo do Principado de Mônaco. De “exotique” mesmo, quase não tem nada (pois encontramos várias espécimes de cactus brasileiros). Além disso, as cavernas são artificiais, feitas a explosão de dinamite!

 

Tivemos a rara oportunidade de ver a troca da guarda do palacio dos Grimaldi, bandinha tocando guarda gritando, um luxo, mas dava pra ter invadido o castelo facil com a confusão que eles provocam com esta troca. Depois dessa desanimei de ver a de Londres. Visitamos o castelo e o museu do castelo, muito legal.

 

 

 

Item

Francos

Litro de gasolina

 

Ticket de trem (Nice Ville -> Monte Carlo (Monaco) -> Nice Ville

42

Palacio do Principe + Museu do Napolão

40

Jardin Exotique

41

banheiros

2

1 dólar

7,15

 

 

Cannes

28/09 - 28/09

 

Bom, Cannes é o lugar que tem o festival de Cinema de Cannes!!! Foi o dia da preguiça, ficamos estirados ao sol aproveitando a bela vista do mediterraneo.

 

Curiosidades:

 

Foi cômico, paramos em frente a uma praia ( a unica com areia e com no maximo 30 metros de prais) e ficamos so observando os banhistas: a mãe tentando convencer o filho a pisar na areia, o vovô geriatrico com artrose avançada tentando chegar até a agua ajudado pela vovo geriátrica, a gatinha de 65 anos fazendo topless e a turminha legal trocando de roupa e ficando peladão em plena praia.

 

 

 

Item

Francos

Litro de gasolina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1 dólar

 

 

 

Lyon

29/09 - 30/09

 

 

Curiosidades:

 

Os Trams parecen saidos do filme BladeRunner, são todos modernosos, um verdadeira nave espacial.

 

 

Item

Francos

Litro de gasolina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1 dólar

 

 

 

Tours

30/09 - 01/10

 

Curiosidades:

   

Stress geral no caminho, pois era domingo e os postos de gasolina fechavam as 12:30. Claro que só descobrimos isto depois das 13:00 e aí o desespero: largados no interior da França, só vinhedos, fazendas, vilas minúsculas, a gasolina acabando e a fome aumentando. Resultado: as 14:30 encontramos finalmente um posto self-service e com a ajuda de 2 motoqueiros conseguimos fazer a máquina funcionar e abastecemos o carro. Mais estrada e paramos na vila X para almoçar pizza, a única comida disponível naquele momento e lugar. É importante saber falar um pouco de francês na França. O pessoal da vila provavelmente nunca havia visto brasileiors orientais e não falavam inglês. Graças a Mei, que cantou e encantou com seu francês fluente, conquistamos a simpatia da população local e fomos muito bem atendidos. Curiosamente, começou a aparecer um monte de gente no local, provavelmente para ver os “brasileiros”.

 

 

Item

Francos

Litro de gasolina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1 dólar

 

 

 

Blois

01/10 - 02/10

 

 

Item

Francos

Litro de gasolina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1 dólar