Visitamos o "Check Point Charlie" que era o principal posto de entrada e saída entre as duas Alemanhas durante o pós-guerra e até a queda do Muro. (der Mauer) em 1989. Detalhe curioso, são as placas em memória daqueles que tentaram e não consigaram transpor o Muro.

Ficamos em um albergue independente que na verdade é um apartamento mobiliado com cozinho (forno, microondas e geladeira), sala de estar e dormitório surpreendentemente maravilhoso (e barato). Não era perfeito, pois não tinha elevador na ala onde onde ficaram Mei e Fernando. Na ala onde ficaram Sandra e Fabião, um elevador panorâmico novinho (para 2 pessoas, no máximo). O ABC Hostel fica na Rheinsberger Stra?e, 78 (e-mail: abc.hotel@t-online.de) localiza-se na antiga Berlin Oriental, bem próximo de onde passava o muro. A gerente "Maria" é super atenciosa, fala inglês bastante bem e também espanhol. Graças a implicância do Fabião ("o Brasil é o único país da América Latina onde se fala português"), ela aprendeu em 2 dias a dizer "obrigada" e "boa-viagem".

Vale a pena subir no Siegessäute (Victory column) - Goldesse (golden Elsie), ou seja um obeliscão que fica bem no meio de Berlim (vide Asas do Desejo cena inicial), a escada pra subir é enorme mas compensa o esforço com uma bela vista de Berlim. Destaque para as marcas da II guerra presentes em todo o obelisco, marcas de disparos de metralhadoras e canhões.

Como Berlim é uma cidade imensa, a caminhada excedeu os 12 km diários, mas os cinco aventureiros suportaram bem a jornada, inclusive o Fabião e o McIleizch.

Item Marcos
Litro de gasolina 2,13
Banheiros 0,50
1 dólar 2,13