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No aeroporto, um conjunto de escadas rolantes aéreas dentro de túneis de vidro. Bonito e inútil. Primeiro (de muitos) fora do Fabião. No Metro, jogou o bilhete fora e acabou ficando preso nas catracas durante a conexão entre duas linhas. A Sandra, sendo amiga, amiga mesmo, não ajudou e o coitado teve que depender da boa fé de estranhos para conseguir "pular a catraca". Impressionante como o tratamento da Citröen melhorou depois que eles entenderam que nós não queríamos alugar um carro e sim que havíamos comprado um. Até inglês eles falaram! Postos de gasolina mesmo não têm. O importante é improvisar com aquelas bombas de gasolina instaladas nas calçadas onde os mais desavisados devem estacionar, trancar o carro e ir embora. Moulin Rouge. Prá quem não conhece, vá até a rua Aurora à noite. Igualzinho. Passar ao menos um dia no Museu do Louvre é sagrado. As três alas, Richelieu, Sully e Denon, são infindáveis e por elas mesmas, verdadeiras obras de arte. Ver a Monalisa (Gioconda) de Leonardo da Vinci já não é mais o sufoco que era antigamente. Colocaram um vidro na frente da tela e liberaram geral para fotos. A Vênus de Milo também está lá, sem os braços mas sem dúvida perfeita. Cuidado com a "lojinha" do Louvre. Apesar de conter réplicas extraordinárias e livros excelentes, tem preços proibitivos para a maioria dos itens. Se quiser comprar algo lá (vale a pena), tenha paciência e procure bastante. Sugestão: réplicas de esculturas de Renoir em metal (custam quase o mesmo que as feitas em resina e são perfeitas - só não são baratas). Paris é maravilhosa, já o povo parisiense.. mesmo utilizando-se de muitos bonjours e bonsoirs a má vontade do pessoal é geral (bando de François ...). Em visita a Catedral de Notre Dame quase saimos no braço com uma francesinha super simpática que se recusava a explicar porque não podiamos continuar subindo na torre da catedral. Não perca a viagem, dê um tabefe na francesinha e suba na torre, vale a pena! Não deixe de ir nas Catacumbas de Paris, são varias galerias sob a cidade nas quais estão os restos mortais de mas de 6 milhões de pessoas. Num dado momento da história vários cemitérios foram desativados por problemas de espaço na cidade de paris e todos os ossos provenientes dos mesmos foram arranjados nestas catacumbas de forma impressionante. Intermináveis paredes feitas com fêmures humanos e adornadas com crânios dispostos em formatos diversos. Arrepiante. O início e o final da saga automobilística. Pegamos o carro no dia 10 de setembro. Mei começou a jornada até Amsterdam, passando por Antuérpia onde Fabião assumiu o volante. Finalmente
devolvemos o carro no dia 2 de outubro e por incrível que pareça,
sem nenhum arranhão, apesar da Sandra ter dirigido no trecho entre
Nice e Grenoble.
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